“ Figuras, paisagens, motivos e lendas, mais do que estéticas são também éticas. Asseguram um espaço próprio de liberdade e crítica; de angústia e alegria; de esperança e tristeza. Com a infinita possibilidade de quem não faz a obra pronta, acabada mas aberta. Aberta ao questionamento, ao estar em, ao ser com, ao ver e ler junto com o artista inquieto, indócil, suor e ternura/amor e agressividade, inquirindo, sugerindo, propondo, conclamando. Implacavelmente solidário na solidão de sua arte.”
Humberto Gabi Zanatta – poeta e jornalista
 
“ Flamarion tem uma habilidade muito rara hoje: é excelente retratista. Ao residir ao apelo comercial faz um trabalho isento de influências, o que aumenta suas possibilidades de fazer uma arte de tendência social, através de um realismo que reflete sua preocupação com as injustiças.” Osmar Pisani – crítido de arte e professor da UDESC
"O que mais me seduz no pintor Flamarion Trevisan é sua dedicação integral à pintura. Vi Flamarion crescer desenhando, pintando, imitando o pai, se identificando com ele e ouvindo nossas infinitas conversas sobre paz, sobre a fraternidade... Sobre um mundo melhor. Ele cresceu assim, amigo do pai e meu amigo. E foi despertando um amor pela pintura, uma dedicação à arte e mostrando uma vocação pelo desenho, pela poesia, que só os predestinados têm. O que mais me comove no Flamarion é ser a Pintura a razão de sua vida.”
Prado Veppo – poeta e psiquiatra
 
 
“ ... "Tem muito de paralelo com a obra literária de Balzac, prenhe e inequívoca crítica social e psicológica. A guerra, a fome, o desespero e a indefinição de horizontes estão presentes nas pinceladas dramáticas de Flamarion. Mais que depoimentos, são denúncias de um pintor com os pés assentados na realidade do seu tempo, comprometido com sua gente. Numa linguagem universal como que dirigida ao entendimento do próprio cosmo.”
J. Bicca Larré - jornalista

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